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Hardware

Tablets no Fluxo de Trabalho: Como Otimizar a Operação Técnica e de Campo

Estudo aponta que tablets já fazem parte da rotina de 65% das empresas brasileiras. Entenda como integrar esses dispositivos para ganhar mobilidade sem perder a produtividade operacional.

Tablets no Fluxo de Trabalho: Como Otimizar a Operação Técnica e de Campo
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A transição do consumo de conteúdo para a ferramenta de trabalho

O tablet deixou de ser apenas um dispositivo para consumo de mídia ou apresentações casuais. Hoje, ele se posiciona como uma extensão da estação de trabalho, permitindo que desenvolvedores, gestores de projetos e equipes de campo mantenham a continuidade operacional fora da mesa com monitor e teclado. Dados da Invasystems mostram que 62% das organizações globalmente já adotam tablets como padrão, com o Brasil liderando essa tendência, alcançando 65% de adoção.

O impacto prático é mensurável: 66% dos líderes de TI brasileiros reportam ganhos diretos de produtividade, enquanto 70% destacam uma melhora sensível na qualidade do atendimento ao cliente. Para quem lida com operações técnicas, a questão não é mais se o dispositivo é útil, mas como integrá-lo ao stack de ferramentas sem criar fricção.

Estratégias de integração por perfil de operação

A escolha do hardware deve ser pautada pela necessidade do fluxo de trabalho. A Samsung, por exemplo, segmenta seu portfólio para atender diferentes demandas:

  • Linha Premium (Galaxy Tab S11): Focada em multitarefa avançada. Com o modo Samsung DeX, o dispositivo assume uma interface similar a um desktop, permitindo rodar até quatro janelas simultâneas. É ideal para quem precisa gerenciar videoconferências enquanto analisa dados ou revisa documentação técnica em tempo real.
  • Linha Corporativa (Galaxy Tab A11 Enterprise Edition): Projetada para a digitalização de processos administrativos. A integração de recursos de IA para estruturação de dados ajuda a eliminar a dependência de processos analógicos, reduzindo erros de redigitação em inventários e auditorias.
  • Linha Robusta (Galaxy Tab Active5): Desenvolvida para operações de campo, logística e ambientes industriais. Com certificação militar, resistência IP68 e bateria substituível, garante que o fluxo de trabalho não seja interrompido por falhas de hardware ou falta de energia em locais remotos.

O que muda na prática operacional

A maior mudança ao adotar tablets em operações de TI não é apenas o hardware, mas a eliminação de gargalos burocráticos. A possibilidade de preencher relatórios técnicos, realizar testes de campo e atualizar sistemas de gestão diretamente do local de trabalho — com suporte a 5G e alta sensibilidade ao toque — corta o tempo de latência entre a execução e a centralização da informação.

Para quem ainda lida com a fragmentação de processos, a centralização é o próximo passo. Se a sua equipe ainda depende de planilhas isoladas ou processos manuais para gerenciar projetos e orçamentos, plataformas como o Orqueza permitem unificar essa gestão, garantindo que os dados coletados em campo alimentem diretamente o seu CRM e financeiro, sem retrabalho.

Ao migrar para um modelo de trabalho baseado em mobilidade, o foco deve ser sempre a interoperabilidade: o dispositivo precisa ser uma ponte para os seus sistemas, e não um silo de informação. A escolha do hardware correto é apenas o primeiro passo para reduzir o tempo de inatividade e escalar a capacidade técnica do seu time.

Fonte: Canaltech

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